TRIVELA:
CARTA DE PROTESTO
O texto abaixo foi enviado por e-mail se refere ao protesto de uma mãe, cidadã, que teve o filho de uma grande amiga (estudante do 8° semestre de direito e estagiário na Justiça de Ilhéus) barbaramente espancado pelos seguranças do TRIVELA realizado no Batuba Beach, em Ilhéus, no dia 10 de setembro de 2011.
Estou revendo minhas crenças... Quem não tem competência pode sim, se estabelecer, prova disso é o sucesso que o TRIVELA faz (inclusive dentro da minha própria casa, com os meus filhos que participam todo ano) .
Qualquer ser sensato, lúcido, sabe que, além de talento, o artista necessita ter responsabilidade na conexão com o seu público, principalmente quando este, em sua grande maioria é composto por jovens (o que agrava mais ainda a total irresponsabilidade dos organizadores) ; necessita também estar assessorado por profissionais competentes ao organizar esses eventos, oferecendo não apenas sua música mas também e principalmente segurança eficiente e profissional numa festa que, além de muito cara, é longa e se consome muita bebida.
Infelizmente, o lucro superou a arte , constata-se esse fato nos mega-eventos musicais através do total desinteresse demonstrado pelos nossos artistas e seus assessores em oferecer segurança treinada e eficaz ao seu público, publico esse, que oferece os recursos que alimentam seus lucros e sua "arte".
Vamos, “coreografando com a tartaruga e o rei”, tirar o TRI e acender uma VELA rogando a Deus e a todos os santos que ilumine as mentes dos pseudo empreendedores dessa geração para que eles se tornem mais responsáveis com os nossos jovens e deixem a música voltar a cumprir o seu legítimo e verdadeiro papel que é o de emocionar, interagir, festejar.
Como cidadã, digo NÃO ao TRIVELA que trouxe no seu pacote, além de alegria, violência e pancadaria!!!
Argélia
Se a paz não puder ser mantida com honra deixa de ser paz.
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